Afinal, os ETs realmente existem? A ciência responde!

Nos últimos anos, a busca por vida extraterrestre tem despertado grande curiosidade. Mas, até agora, ainda não encontramos nenhuma evidência clara. Então, isso nos leva a uma pergunta intrigante: será que somos uma exceção em um universo tão vasto? Um cientista tem uma explicação diferente para essa ausência de sinais de ETs. John M. Smart, um pesquisador futurista, apresenta a chamada Teoria da Transcendência, que oferece uma visão única sobre o tema.
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Por que ainda não encontramos ETs?

John M. Smart é o nome por trás dessa teoria. Ele é pesquisador, cientista futurista e CEO da Universidade Foresight, onde se dedica ao estudo de avanços tecnológicos e suas implicações para o futuro. Além disso, ele explora temas como física e a possibilidade de vida fora da Terra.
A Teoria da Transcendência sugere que civilizações avançadas podem existir, mas estão tão à frente de nós que transcenderam nossa capacidade de detectá-las. Em resumo, esses seres poderiam ter alcançado um nível tecnológico tão elevado que suas formas de energia e comunicação estão além do que conseguimos captar com nossa tecnologia atual.
Civilizações avançadas e buracos negros
Segundo Smart, essas civilizações poderiam depender de fontes de energia extremamente poderosas, muito maiores do que as que usamos. Aqui entram os buracos negros. Para entender essa ligação, é importante saber o que são esses objetos cósmicos fascinantes.
Os buracos negros são regiões do espaço com gravidade tão intensa que nada, nem mesmo a luz, consegue escapar. Eles se formam quando estrelas massivas colapsam e toda sua matéria é comprimida em um espaço incrivelmente pequeno. Apesar de serem misteriosos, eles são essenciais para entender o funcionamento do universo.
Além disso, os buracos negros têm um papel importante na evolução das galáxias, agindo como “imãs” que atraem matéria e energia. Ao redor deles, formam-se discos de gás e poeira extremamente quentes, conhecidos como discos de acreção. Esses ambientes extremos ajudam os cientistas a estudar fenômenos como ondas gravitacionais e a curvatura do espaço-tempo.
Migração para o centro da galáxia
Smart sugere que civilizações que alcançaram a transcendência poderiam ter migrado para o centro de suas galáxias, onde geralmente existe um buraco negro supermassivo. Esses buracos negros seriam fontes quase inesgotáveis de energia, capazes de sustentar as necessidades avançadas dessas civilizações.
Essa mudança para regiões próximas a buracos negros também explicaria por que não conseguimos detectá-los. Nossa tecnologia atual depende da captação de sinais eletromagnéticos, como ondas de rádio. Mas, se essas civilizações não usam mais esses tipos de sinais — ou os ocultam por completo —, elas se tornam invisíveis para nós.
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O que isso significa?
De acordo com a ideia de Smart, a ausência de sinais extraterrestres não é prova de que estamos sozinhos no universo. Pelo contrário, pode significar que essas civilizações estão em um estágio tão avançado que não conseguimos percebê-las. Elas podem estar explorando fontes de energia e tecnologias que ainda não compreendemos, como aproveitar a energia massiva dos buracos negros.
Então, se você já se perguntou por que ainda não encontramos alienígenas, a resposta pode ser simples: eles estão lá fora, mas em um nível tão distante do nosso que ainda não temos as ferramentas para enxergá-los.
Um universo cheio de possibilidades
A Teoria da Transcendência nos convida a pensar de forma diferente sobre vida extraterrestre. Talvez a chave não seja apenas procurar vida parecida com a nossa, mas tentar entender como uma civilização extremamente avançada poderia operar.
No fim das contas, o universo ainda guarda muitos mistérios. E, como bem destacou John M. Smart, a ausência de evidências não significa evidência de ausência. Quem sabe, um dia, nossa tecnologia avance o suficiente para revelar o que está escondido à nossa vista?